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Elisangela Botelho · TCC · Jacareí e online

Terapia para TDAH em Jacareí: adolescentes, adultos e idosos

Acolhimento sem julgamento e estratégias práticas para entender a própria mente.

Elisangela Botelho da Silva é psicóloga clínica (CRP 06/184521) em Jacareí, São Paulo, com atendimento em Terapia Cognitivo-Comportamental voltado a TDAH, ansiedade e depressão em adolescentes, adultos e idosos, de forma presencial e online.

Presencial e onlineCRP 06/184521A partir dos 12 anos
Retrato de Elisangela Botelho
Elisangela em atendimento online

Minha forma de cuidar

Cuidar é ajudar alguém a entender a própria mente, no seu tempo e do seu jeito.
Elisangela Botelho

Na terapia, você não precisa saber explicar tudo o que sente, isso pode ser construído aos poucos. No meu trabalho, você encontrará alguém disposta a caminhar ao seu lado, entendendo junto com você o que ainda parece confuso.

Talvez você se reconheça aqui

A sensação de estar sempre correndo atrás do tempo.

Conviver com o TDAH pode significar lidar, todos os dias, com a dificuldade de manter o foco. Com o cansaço de tentar se organizar de formas que nunca parecem funcionar. Com anos de autocobrança por comportamentos que, na verdade, têm uma explicação.

Recebo pessoas que buscam entender melhor a própria mente. Algumas chegam em busca de um diagnóstico. Outras já foram diagnosticadas e querem compreender o que isso significa no dia a dia. E há quem simplesmente sinta que precisa de um espaço de escuta e orientação.

Sinais que costumam trazer alguém até aqui

  • Desorganização e esquecimentos que passaram a atrapalhar os estudos, o trabalho ou as relações
  • Dificuldade de concentração que já não se resolve só com esforço
  • Cansaço emocional e autocobrança excessiva
  • Alterações no sono, com dificuldade de “desligar” a mente à noite
  • Dificuldade de manter rotinas, mesmo as que você mesma criou
  • Mudanças de humor ou de comportamento que você não consegue explicar sozinha

Sobre a profissional

Escuta acolhedora com um método estruturado.

Sou formada em Psicologia desde 2022 e atuo na área desde então. Há cerca de dois anos, atendo em Unidade Básica de Saúde (UBS), no serviço público, ao mesmo tempo em que mantenho a clínica particular.

A clínica particular me permitiu desenvolver um olhar individualizado sobre cada pessoa, respeitando o tempo e as particularidades de cada processo. A atuação na rede pública ampliou minha compreensão sobre a diversidade de realidades e contextos sociais, e fortaleceu minha sensibilidade para lidar com diferentes formas de sofrimento e de acesso ao cuidado. As duas vivências, juntas, moldaram uma forma de cuidar mais acolhedora, flexível e atenta.

Minha escolha pela Psicologia, e depois pela atuação com TDAH, veio do interesse em compreender como a mente funciona e como pequenas mudanças de perspectiva transformam a relação da pessoa consigo mesma. Ao longo da atuação clínica e na rede pública, percebi o quanto o TDAH é frequentemente mal compreendido, e isso reforçou meu desejo de oferecer um cuidado mais acolhedor e mais informado sobre o tema.

  • Registro profissional CRP 06/184521
  • Em andamento Pós-graduação em Neuropsicologia, Fundação Educatea, com foco em TDAH
  • Aprofundamento Neurodesenvolvimento, Instituto Neurocaptação
  • Formação Saúde Mental no Trabalho, Fiocruz
  • Formação Educação Permanente, projeto “Nós na Rede”, Fiocruz
  • Formação Atendimento a mulheres em situação de violência doméstica, Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo
  • Formação Combate ao assédio moral, sexual e à discriminação, Hospital e Maternidade Terezinha de Jesus
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Abordagem

TCC: entender o que pensa, sente e faz para construir a partir daí.

Meu trabalho parte de ajudar você a entender a relação entre o que pensa, o que sente e o que faz no dia a dia, e como isso se conecta às suas dificuldades.

Em vez de ficar só na conversa, identificamos juntos os padrões que geram sofrimento, como a autocobrança ou a sensação de nunca dar conta de nada, e construímos, aos poucos, estratégias práticas que façam sentido para a sua rotina real. É um processo ativo: testar, ajustar e entender melhor a própria mente. Não apenas falar sobre o problema, mas transformar a relação que você tem com ele.

Como isso aparece no TDAH, na prática

  1. PsicoeducaçãoEntender como o TDAH funciona no cérebro e desmontar julgamentos como “preguiça” ou “falta de esforço”, reconhecendo os próprios padrões de atenção, impulsividade e organização.
  2. Identificação de padrões de pensamentoTrabalhar crenças que costumam vir junto do TDAH, como “eu nunca dou conta de nada” ou “sou desorganizada demais para mudar”, que alimentam a autocobrança e a baixa autoestima.
  3. Estratégias de organização e funções executivasGestão de tempo, listas, lembretes e a quebra de tarefas grandes em etapas menores. Sempre testando o que funciona para você especificamente, sem fórmulas prontas.
  4. Regulação emocionalManejo da impulsividade, da frustração e das oscilações de humor, com técnicas aplicadas no momento em que a dificuldade aparece.
  5. Reestruturação de rotina e hábitosConstruir rotinas realistas, respeitando o seu funcionamento, e não um padrão idealizado de produtividade.
  6. Cuidado com as questões associadasComo o TDAH costuma vir acompanhado de ansiedade, questões de autoestima ou dificuldades de relacionamento, essas camadas são trabalhadas em paralelo quando estão presentes.
  7. Experimentos entre as sessõesPequenas práticas para testar no dia a dia real, revisadas juntas no encontro seguinte: o que funcionou, o que precisa de ajuste.

A TCC não se resume a conselhos práticos. Há espaço para acolher a sua história e as suas emoções, não apenas para buscar soluções objetivas.

  • Foco em objetivos construídos em parceria
  • Estratégias práticas para desafios do cotidiano
  • Desenvolvimento de autonomia e regulação emocional

Onde posso ajudar

Demandas que podem encontrar espaço aqui.

01

TDAH

Dificuldades de organização, foco, planejamento e regulação emocional, no diagnóstico já estabelecido ou na dúvida que ainda não tem nome.

02

Ansiedade

Pensamentos acelerados, preocupação constante e a sensação de sobrecarga que não passa nem no descanso.

03

Depressão

Desânimo, falta de motivação e a sensação de esgotamento diante das demandas do dia a dia.

04

Autoestima e autocobrança

A exigência interna que nunca se satisfaz e a sensação de nunca dar conta do que é esperado.

05

Rotina e organização

Desorganização nos estudos, no trabalho ou nas tarefas da casa, com prazos que se acumulam e culpa que sobra.

06

Relações familiares e sociais

Conflitos, isolamento ou dificuldade de comunicação que se conectam às dificuldades do TDAH.

07

Dificuldades de sono

Insônia, dificuldade de “desligar” a mente à noite e rotina irregular, com impacto direto no humor, na concentração e na energia do dia seguinte.

08

Alterações de memória, no público idoso

Mudanças na memória, dificuldade de adaptação a novas rotinas e perdas de autonomia, muitas vezes acompanhadas de ansiedade e insegurança.

Na prática

Uma conversa guiada, com propósito claro.

A sessão acontece como uma conversa guiada. Faço perguntas que ajudam você a perceber padrões de pensamento, emoção e comportamento no seu dia a dia, e juntas vamos entendendo o que está por trás das dificuldades.

Dependendo do momento, posso propor registros ou exercícios práticos: anotar situações da semana, testar uma estratégia de organização, observar um pensamento específico. Sempre de forma simples e aplicável à sua rotina real.

Com adolescentes, esses recursos costumam ser mais leves e dinâmicos. Com adultos, tendem a ser mais objetivos e conversacionais. O importante é que cada recurso tenha um propósito claro: ajudar você a se entender melhor e a experimentar mudanças possíveis entre uma sessão e outra.

Recursos que podem fazer parte do processo: fichas de autoconhecimento · planners e ferramentas de organização · escalas e questionários de rastreio · materiais psicoeducativos em vídeo ou visuais · técnicas de respiração e regulação emocional · simulações e role-play · automonitoramento de humor, sono e produtividade · reestruturação cognitiva guiada · revisão conjunta das práticas entre sessões.

A primeira sessão

Você não precisa chegar com tudo organizado na cabeça.

Na primeira sessão, meu foco é te conhecer com calma: sua história, sua rotina, como as dificuldades aparecem no dia a dia e o que trouxe você até aqui.

Não é preciso saber explicar exatamente o que sente. Parte do meu trabalho é justamente ajudar a colocar em palavras aquilo que ainda parece confuso. Também aproveito esse momento para apresentar como funciona o processo, esclarecer dúvidas sobre a abordagem e alinhar expectativas.

Mais do que um levantamento de informações, é um espaço de acolhimento, onde você é ouvida sem julgamento desde o primeiro encontro.

  • Você não precisa saber explicar tudo para começar
  • O processo respeita o tempo de cada pessoa
  • Buscar ajuda agora, mesmo depois de anos de dúvida, já é um passo importante

Adolescentes

Vínculo construído sem pressa, privacidade respeitada.

  1. 01
    Com adolescentes, o vínculo se constrói com cuidado e sem pressa, respeitando o tempo de cada um para se abrir.
  2. 02
    A privacidade é essencial: o que é falado em sessão pertence a esse espaço. Qualquer necessidade de compartilhar algo com a família é sempre alinhada antes com o próprio adolescente, preservando sua autonomia.
  3. 03
    Os responsáveis participam de forma pontual, principalmente para entender rotina e contexto, sem substituir o espaço individual. Questões da escola também podem aparecer nas sessões, quando fazem parte do que traz o adolescente até a terapia.

Possibilidades

O que o processo pode favorecer.

Cada pessoa vive esse processo de um jeito único, e as mudanças acontecem no tempo e na medida de cada uma. Sem promessas, com possibilidades reais.

  1. 01
    Uma compreensão mais clara sobre o próprio funcionamento
  2. 02
    Estratégias práticas para lidar com a rotina, os estudos ou o trabalho
  3. 03
    Uma relação mais gentil consigo mesma, com menos autocobrança
  4. 04
    Mais recursos para a regulação emocional
  5. 05
    Relações familiares e sociais mais fortalecidas

Sem rodeios

Três coisas que costumam ser mal compreendidas sobre o TDAH.

TDAH não é preguiça nem falta de esforço.

É uma condição que envolve o funcionamento executivo do cérebro. Nomear isso corretamente importa, porque muita gente já carrega esse julgamento há anos, vindo de fora e de si mesma.

TDAH não é só coisa de criança.

Adolescentes, adultos e idosos convivem com o TDAH, e o diagnóstico tardio é mais comum do que se imagina. Chegar à terapia depois de anos de dúvida não é atraso: é um passo.

A terapia não resolve o TDAH de forma rápida nem definitiva.

O processo é sobre desenvolver compreensão e estratégias, não sobre cura. O que muda é a relação que você constrói com o próprio funcionamento.

Sobre o Autismo: não trabalho com Autismo como foco de atuação. Embora existam questões que se sobreponham ao TDAH em alguns casos, quando identifico que a demanda é predominantemente relacionada ao espectro autista, oriento e encaminho para profissionais especializados na área.

Em algumas situações, o acompanhamento psicológico caminha melhor ao lado de outros profissionais. Quando identifico essa necessidade, oriento e encaminho para psiquiatra, neurologista, pediatra, psicopedagogo, fonoaudiólogo, nutricionista ou profissionais especializados em Autismo.

Dúvidas antes de começar

Talvez sua pergunta esteja aqui.

Se não estiver, você pode enviar uma mensagem sem compromisso.

A partir dos 12 anos. O foco do atendimento são adolescentes, adultos e idosos. Dentro dessa faixa, a idade mínima pode variar conforme o caso: o mais importante é que a pessoa já tenha maturidade para participar ativamente do processo terapêutico.

Não. Muitas pessoas chegam sem diagnóstico, com a suspeita ou apenas com a percepção de que algo no dia a dia não funciona como gostariam. A terapia ajuda a compreender esse funcionamento. Quando a avaliação diagnóstica é indicada, há orientação e encaminhamento para o profissional adequado.

Não. O TDAH é uma condição ligada ao funcionamento executivo do cérebro, e a terapia não promete cura nem prazo. O que o processo constrói é compreensão sobre o próprio funcionamento e estratégias práticas que tornam a rotina mais possível, junto de mais autonomia emocional.

Sim. O atendimento online mantém a mesma estrutura, a mesma duração e o mesmo sigilo do presencial. Para muita gente com TDAH, ele inclusive reduz uma barreira concreta: o deslocamento. É preciso apenas um lugar reservado e uma conexão estável.

Sim. O TDAH costuma vir acompanhado de ansiedade, questões de autoestima ou dificuldades de relacionamento, e essas camadas são trabalhadas em paralelo dentro do mesmo processo. Ansiedade e depressão também são atendidas de forma independente, sem relação com TDAH.

De forma pontual, principalmente para entender rotina e contexto. O que é falado em sessão pertence àquele espaço, e qualquer necessidade de compartilhar algo com a família é alinhada antes com o próprio adolescente, preservando sua autonomia.

Em geral, semanal. A frequência é definida junto, a partir da sua demanda, do seu momento e da sua disponibilidade. Entre uma sessão e outra podem ser combinadas pequenas práticas para testar no dia a dia, revisadas no encontro seguinte.

Primeiro passo

Buscar ajuda agora já é um passo importante.

Você não precisa ter tudo organizado na cabeça para procurar ajuda, isso pode ser construído junto, ao longo do processo. Cada pessoa tem seu tempo, e o cuidado aqui respeita isso. Não existe pressa nem fórmula pronta.

Conversar com Elisangela
Assinatura da Psicóloga Elisangela, CRP 184521/06

Elisangela Botelho da Silva · Psicóloga clínica · CRP 06/184521
Consultório Ser Psicologia · Jacareí, São Paulo